terça-feira, 22 de novembro de 2011

Pois bem!

As vezes o medo não permite que façamos coisas que queremos a muito tempo.As vezes o tempo não possibilita que certas situações que esperávamos aconteçam.Mas quem sabe tudo isso não sirva para que quando o momento ocorra façamos valer a pena.Pelo fato de nossas vidas serem tão frágeis e tão simples deveríamos aproveitar a todo instante e assim deixar marcas que o tempo e nem a poeira possam apagar.
São amigos,amores,brigas,reconciliações,tudo independente do que seja é o que ocorre, e devemos tirar apenas aquilo que nos fortalece.Aquilo que nos torna fraco são apenas espinhos, que podemos tirar e esquecer rapidamente.Nos classificam, nos tornando cada vez mais "produtos" embalados e com data de validade, ou melhor, limite de consciência.Julgam se,m conhecer o "produto",e acham que podem mandar, e fazer a ordem.
Mas não é bem assim,a liberdade talvez seja algo relativo,pois muitas vezes quem não atinge sua liberdade, é aquele que coloca um limite na mesma.Sendo assim, humano é aquele que chora, ri, abraça,ama,dá seu show para quem quer ver,é amigo daquele que merece,e principalmente admirador daquele que ama.

sábado, 19 de novembro de 2011

?

Você em toda sua rotina , todo o momento que esta se mexendo, já se dispôs a parar um segundo que fosse para se perguntar o porquê de estar alí?
Você já se perguntou porque possui uma rotina?
Por que você acredita em coisas que não deveria?
Por que você as vezes fica com raiva por coisas banais?
Por que você se apega a pessoas que não lhe fazem importância?
Por que você é tão egoísta e orgulhoso?
Porque existimos?
Talvez pelo fato de sempre termos a mensagem fixa que devemos aproveitar a vida, já que esta é tão frágil, não avaliamos muito bem nossos pensamentos e escolhas, agimos por impulsividade e sem alguma coerência. Destruímos expectativas, passamos por cima de pessoas e desviamos o máximo possível de problemas.É normal termos conflitos e encararmos situações que não são boas, podemos nos tornar mais fortes.
Afinal!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

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Nossas escolhas nem sempre dizem o que realmente somos, as vezes podemos aceitar coisas e colaborar para feitos que não fazem o menor sentido em relação a nossa personalidade.As vezes nos apegamos ao que os demais pensam a nosso respeito, o que acreditam que realmente somos, e principalmente, nos apegamos a seus julgamentos e critérios, que muitas vezes por sua vez são "podres".Se formos avaliar, vivemos nossas vidas seguindo normas e supostas leis que são invisíveis ao olhos dos que não tentam compreender, e assim são manipulados.Já aqueles que percebem são basicamente os "revoltados".Mas eis a questão, será que os revoltados estão errados,ou os fantoches é que estão certos?
Os taxados como revoltados muitas vezes se prejudicam, pois, quando suas opiniões são expostas estes sofrem imensas represálias,onde acabam por fim colocando-os em conflito. Os fantoches por sua vez não ficam muito a frentes, pelo fato de serem manipulados, vivem uma rotina e suas vidas sempre no mesmo sentido, sem que nada aconteça, aceitando e permanecendo intacto.O tempo passa, as pessoas se vão, sonhos que se realizam ou ficam paralisados por passividade.Sempre o que nos resta são nossos discursos e escolhas, que nos levam a caminho algum e outras que nos levam a realizações.Mas cabe também ressaltar, que nem tudo que devemos viver deve ser na ordem,pois,se você é um “revoltado” sempre terá sua ideologia de revolução intacta,já se você é apenas mais um fantoche,vale a pena dizer que todos podem mudar e abrir a mente.